
Para quem organiza votações
Vamos planejar sua eleição?
Conte o que você precisa. Nossa equipe ajuda a encontrar o melhor caminho.
- Sua organização
- Sua eleição
- Vamos conversar
- Neutralidade entre chapas e candidaturas
- Regras e resultado oficial com a entidade
- Cada ação no painel registrada para auditoria
Quinto Constitucional · Eleições da OAB · Ministério Público
Como será escolhido o próximo desembargador, presidente ou procurador-geral?
Seja qual for o cargo, quem vence é a democracia.
Numa eleição com segurança de alto nível, aberta à auditoria.
Identidade forte
Certificado digital ICP-Brasil e reconhecimento facial com prova de vida, à escolha da comissão.
Dupla aprovação
Lacrar, abrir, encerrar e divulgar podem exigir dois administradores diferentes.
Auditoria antes da abertura
Auditores convidados pela comissão simulam a eleição na cédula real, com eleitores fictícios.
Votação pela internet
Eleições Seguras
Do cadastro dos eleitores à divulgação do resultado, com a cédula cifrada no aparelho do eleitor e uma apuração que abre só o total.
Site da eleição
Candidaturas, editais, notícias e cronograma num site com o domínio da entidade. Cada alteração passa por um endereço de teste antes de ir ao ar.
Cadastro travado
A lista de eleitores é importada de planilha, com conferência de campos obrigatórios e únicos, como o CPF, e fica travada no fechamento do cadastro. Os e-mails podem ser validados antes do convite.
Convites por e-mail e SMS
Envio pelo próprio painel, com acompanhamento de entregas, aberturas e erros e descadastro em um clique.
Cédula cifrada no aparelho
A cédula é cifrada no celular ou no computador do eleitor antes de sair dele, e o servidor recebe só a cédula cifrada. Ela aceita voto em branco, nulo e mais de uma escolha quando há várias vagas.
Comprovante que não revela o voto
Ao votar, o eleitor recebe um código de comprovante, na tela e, se a comissão quiser, por e-mail. O código não revela a escolha.
Apuração e divulgação
A apuração soma os votos ainda cifrados e abre só o total. A divulgação é uma etapa própria do cronograma, liberada pelos administradores. Se houver segundo turno, ele tem eleitorado e cédula próprios.
Eleições Seguras · Identidade do eleitor
Identidade confirmada antes da cédula
Em cada turno, a comissão escolhe como o eleitor entra: link pessoal por e-mail, código por SMS, conta Google ou certificado digital. O reconhecimento facial pode ser somado como confirmação adicional.

Reconhecimento facial com prova de vida
O eleitor olha para a câmera do celular ou do computador e aproxima o rosto quando a tela pede. A prova de vida, a checagem de que há uma pessoa real diante da câmera, combina a captura do rosto em duas distâncias com um vídeo curto, em que o sistema observa as piscadas naturais. A comparação com o rosto cadastrado é feita na própria plataforma, sem serviço externo de reconhecimento.
Certificado digital A3 (token ou cartão)
O certificado da ICP-Brasil, a infraestrutura oficial de certificação digital do país, fica gravado num token USB ou num cartão com chip. O eleitor entra pelo Autenticador Votus, aplicativo para Windows e macOS, e digita o PIN só nele, nunca no site. O sistema confere validade, cadeia de emissão e revogação do certificado.
Regra definida pela comissão
Para cada forma de acesso (link por e-mail, código por SMS ou certificado digital), a comissão decide se o reconhecimento facial fica desligado, opcional ou obrigatório, e combina os métodos a partir de modelos prontos, como certificado mais rosto.
Foto do cadastro na tela
Antes de votar, o eleitor vê a própria foto e os dados do cadastro da entidade e confirma que é ele.
Proteção do acesso
Verificação contra robôs, limite de tentativas e área de votação aberta numa aba por vez.
Votação presencial
Eleições com urnas do TRE
A urna eletrônica e o software dela são da Justiça Eleitoral, e cabe ao TRE decidir se cede as urnas à entidade. Do trabalho que as regras de cessão deixam com a entidade, a Votus cuida da parte de dados, sistemas e soma dos resultados, sem se conectar aos sistemas da Justiça Eleitoral.
Justiça Eleitoral
O TRE cede as urnas e faz a carga, a gravação nas urnas dos dados enviados pela entidade, além de dar suporte técnico. O software e as mídias da urna ficam sob controle exclusivo da Justiça Eleitoral. No encerramento, cada urna imprime o boletim de urna (BU), o relatório com os totais da seção.
Votus
Dados de eleitores e candidatos para a carga, seções e mesários, listas de votação, conferência do eleitor na mesa, soma dos resultados a partir dos boletins de urna e justificativas de ausência.

Mesa de votação nas Eleições OAB-BA 2018: tablet de conferência do eleitor ao lado do terminal do mesário da urna Entidade e comissão eleitoral
O regulamento, o pedido de cessão ao TRE, os locais e a estrutura do dia da votação e a homologação do resultado.
Antes da votação
Dados para a carga das urnas
A equipe Votus prepara os arquivos de chapas e candidatos, com nome, número e foto, e o eleitorado de cada seção, no formato que o TRE usa na carga.
Seções, mesários e listas
Seções, locais e mesários ficam organizados na plataforma. Para cada seção saem, em PDF, a lista de assinatura, com o número de cada eleitor na urna, e a lista de conferência, com os eleitores inaptos marcados.
No dia
Conferência na mesa
O mesário busca o eleitor no aplicativo, confere a foto e se ele está apto e registra o comparecimento; o sistema recusa presença em duplicidade. Relatórios mostram o comparecimento por seção e por local.
No encerramento
Soma pelos boletins de urna
O resultado de cada seção vem do QR Code do BU. A comissão lança à mão só as seções sem BU eletrônico, e esse lançamento fica registrado e nunca substitui um resultado vindo da urna.
Depois
Justificativa de ausência
Quem faltou justifica pela internet, dentro do prazo, e recebe um número de protocolo.
Em campo
Da conferência do eleitor à tela FIM da urna

Vídeo
O dia da votação
Local de votação, seções, mesas e urnas, registrados no dia da eleição.
Eleições OAB-BA, 21 de novembro de 2018. As urnas eletrônicas eram da Justiça Eleitoral; nas mesas, a conferência dos eleitores era feita em tablets, ao lado do terminal do mesário.

Local de votaçãoFachada 
Seção sinalizadaSalão de votação 
Fim do votoUrna da Justiça Eleitoral
Quem somos
Tecnologia auditável, com o mesmo princípio usado em grandes democracias
Somos referência em eleições seguras no Brasil. Na Votus, segurança se prova: na tecnologia que protege o voto e no que cada participante consegue conferir.
A Votus é uma empresa brasileira de tecnologia e operação para eleições de cargos de peso, pela internet ou com urnas do TRE. Desde 2013, sua equipe fundadora atua em eleições da advocacia, das subseções da OAB ao Quinto Constitucional. Também já atendeu o Ministério Público. As regras e o resultado oficial ficam com a entidade; a tecnologia e a operação, com a Votus.
Parâmetro internacional
Em junho de 2021, a CNN Brasil mostrou como a Microsoft quer tornar o voto mais confiável nos Estados Unidos. A ferramenta é o ElectionGuard, software gratuito e de código aberto. Nele, cada voto é protegido por criptografia, e o eleitor recebe um código para conferir a própria cédula. A Votus segue o mesmo princípio de votação verificável, com plataforma própria e sem vínculo com a Microsoft.
Fonte: CNN Brasil, 3 de junho de 2021 (abre em nova aba)
Outras referências
Na Suíça, a norma federal de voto eletrônico, em vigor desde 2022, exige que qualquer manipulação do resultado seja detectável sem quebrar o sigilo do voto. A mesma norma exige que os auditores confiram o resultado com ferramentas independentes do sistema.
Fonte: Norma suíça de voto eletrônico (VEleS), art. 5 · tradução não oficial, em inglês (abre em nova aba)
Segundo artigo científico de 2024, o ElectionGuard já foi usado em eleições públicas em cinco estados americanos. Em Idaho e em Maryland, um verificador independente conferiu o registro da eleição logo após a votação.
Fonte: USENIX Security Symposium, agosto de 2024 · em inglês (abre em nova aba)
Eleições Seguras
Sigilo e inviolabilidade do voto
Cifrado na origem
A criptografia começa no celular ou computador do eleitor. A escolha trafega e fica registrada só na forma cifrada.
Somado sem ser aberto
A cifra permite somar os votos sem abrir nenhum deles. Na apuração, só o total é revelado.
Lacre eletrônico
Congela a lista de eleitores e a configuração da eleição antes da abertura e gera um código de integridade.
Trilha assinada
Cada etapa do cronograma entra num registro encadeado e assinado digitalmente: quem fez, quem aprovou, quando e de onde. Uma alteração posterior fica detectável.
Quem confere o quê
O eleitor
Eleições Seguras
Recebe um código de comprovante, que não revela a escolha. Se a comissão publicar a lista de cédulas registradas, procura o código ali e confirma que o voto foi registrado.
As candidaturas
Eleições Seguras
Aparecem no site da eleição sempre em listas coletivas, sem destaque individual. Quando o sistema sorteia a ordem na cédula, o sorteio fica registrado para conferência.
A comissão eleitoral
Eleições Seguras
Acompanha o comparecimento de cada turno e confere no painel cada ação registrada, com o antes e o depois.
Os auditores externos
Eleições Seguras
Convidados pela comissão, como um cartório ou a entidade fiscalizadora, acompanham quem já votou, sem ver em quem nem a que horas. Depois da divulgação, conferem no próprio computador um pacote de evidências assinado, sem depender dos servidores da Votus.
A comissão, pelo boletim de urna
Eleições com urnas do TRE
Confere a soma, feita a partir do boletim de urna (BU) de cada seção. O lançamento manual, só nas seções sem BU eletrônico, fica registrado e nunca substitui um resultado vindo da urna.
Cases
Da lista sêxtupla às 37 subseções
Eleições conduzidas pelas comissões eleitorais. Os cases de 2013 e 2014 foram feitos pela equipe fundadora da Votus, então sob a marca Dvota.
OAB-BA · Quinto Constitucional 2025
Consulta à advocacia 100% pela internet.
Online
OAB-BA · Eleições 2024
Seccional e 37 subseções, com urnas do TRE.
Urnas do TRE
OAB-BA · Eleições 2021
Seccional e subseções, com urnas do TRE.
Urnas do TRE
OAB-BA · Quinto Constitucional 2018
Consulta à advocacia pela internet.
Online
OAB-BA · Eleições 2018
Eleitores conferidos em tablets, nas mesas de votação.
Urnas do TRE
OAB-DF · Quinto Constitucional 2014
Equipe fundadora · Dvota
Cerca de 33 mil advogados ativos, com voto em trânsito.
Urnas eletrônicas e internet
OAB-BA · Quinto Constitucional 2013–2014
Equipe fundadora · Dvota
Cerca de 21 mil advogados ativos, com voto em trânsito.
Urnas próprias
Dúvidas
Perguntas da comissão eleitoral
Formato, sigilo, identidade, auditoria, prazos e custos.
Online ou com urnas do TRE: como escolher?
Depende do regulamento, do tamanho e da distribuição do eleitorado e do prazo. A votação pela internet dispensa locais de votação e permite que a comissão convide auditores externos. A votação com urnas do TRE atende regulamentos que pedem voto presencial, mas depende da cessão do tribunal, que precisa ser pedida com antecedência e pode ser negada. No diagnóstico, indique o formato que você considera ou marque “Preciso de orientação”.
E se o TRE não ceder as urnas?
A cessão é decisão do tribunal e pode ser negada ou suspensa. Se o regulamento da entidade permitir votação pela internet, a eleição pode seguir nesse formato, com o mesmo eleitorado e as mesmas candidaturas. Se o regulamento exigir voto presencial, mudar o formato depende de uma alteração do regulamento, que cabe à própria entidade. Por isso vale planejar os dois cenários desde o início.
A Votus tem vínculo com o TSE ou com os TREs?
Não. A Votus não tem homologação nem certificação do TSE ou dos TREs e não se conecta aos sistemas da Justiça Eleitoral. Nas eleições com urnas, a entidade pede a cessão ao TRE, e a urna e o software continuam sob controle da Justiça Eleitoral.
Como funciona o sigilo do voto pela internet?
A cédula é cifrada no aparelho do eleitor antes do envio, e o servidor recebe só a cédula cifrada. Na apuração, os votos são somados ainda cifrados, e só o total é aberto. Os auditores convidados veem quem já votou, não em quem. Nas eleições com urnas do TRE, o voto fica na urna da Justiça Eleitoral, e a Votus trabalha só com os totais de cada seção, vindos do BU.
Como o eleitor confere que o voto foi registrado?
Ao votar, ele recebe um código de comprovante, na tela e, se a comissão quiser, por e-mail. Se a comissão publicar a lista de cédulas registradas, basta procurar o código para confirmar o registro; a lista não mostra a escolha nem o horário do voto. Se a comissão ativar o desafio da cédula, o eleitor também pode abrir a cédula cifrada antes de confirmar e conferir que ela corresponde ao que marcou; essa cédula é descartada, e ele vota de novo.
O que os auditores externos conseguem verificar?
A comissão pode convidar auditores, como um cartório ou a entidade fiscalizadora. Eles acompanham quem votou e quem não votou, sem o horário do voto; fazem uma simulação antes da abertura, com eleitores fictícios na cédula real, sem tocar em eleitores e votos reais; e, depois da divulgação, baixam um pacote de evidências assinado para conferir os dados públicos da eleição no próprio computador, sem depender dos servidores da Votus.
Candidaturas e chapas têm a mesma exposição?
Sim. No site da eleição, candidaturas e chapas aparecem sempre em listas coletivas, sem destaque individual nem ordem preferencial. Quando a ordem na cédula é sorteada pelo sistema, o sorteio fica registrado para conferência posterior.
O reconhecimento facial é obrigatório?
Não. Para cada forma de acesso, a comissão decide se ele fica desligado, opcional ou obrigatório. Como dado biométrico é dado pessoal sensível pela LGPD, o uso precisa de base legal definida pela entidade e de aviso aos eleitores antes da eleição.
Que certificado digital o eleitor pode usar?
O certificado digital A3 da ICP-Brasil, gravado em token USB ou em cartão com chip. O eleitor instala o Autenticador Votus, para Windows ou macOS, e digita o PIN só no aplicativo, nunca no site. O sistema confere validade, cadeia de emissão e revogação antes de liberar o acesso. As demais formas de acesso funcionam no navegador, sem instalação.
Com que antecedência devemos começar?
Assim que o calendário estiver definido. Na votação pela internet, o prazo inclui o site da eleição, o cadastro, o lacre e a simulação com auditores. Com urnas do TRE, o pedido de cessão costuma exigir pelo menos 60 dias de antecedência, e não há cessão em períodos próximos às eleições oficiais; cada TRE tem normas próprias.
Dá para combinar voto pela internet e urnas do TRE na mesma eleição?
Hoje, cada eleição usa um formato: pela internet ou com urnas do TRE. Em assembleias com votação pela internet, a mesa pode habilitar os presentes com um QR Code projetado no local. Se o seu regulamento prevê os dois formatos, conte no diagnóstico.
Eleitores com deficiência conseguem votar pela internet?
A cédula funciona pelo teclado e com leitor de tela, a seleção não depende só de cor, e o site da eleição tem um tema de alto contraste. Se o seu eleitorado tem necessidades específicas, conte no diagnóstico.
Quanto custa?
Depende do formato, do número de eleitores, dos locais e seções, das formas de identificação e do prazo. Preencha o diagnóstico, e a equipe retorna com uma orientação para o seu cenário.
Próximo passo
Comece pelo calendário da eleição
Quanto antes o calendário estiver definido, mais tempo para testes, para a simulação com auditores e, se for o caso, para o pedido de urnas ao TRE. Conte em três etapas como é a sua eleição.
Sua organização
O que será organizado e o tipo de entidade.
Sua eleição
Número de eleitores, prazo e formato da votação.
Vamos conversar
Seus contatos para a equipe retornar. O WhatsApp é opcional.